(Em construção)
Fusão Meirelles Quintella
200
anos de Linha do tempo dos ancestrais
matrilineares
E mais de
500 anos de linha de tempo dos patrilineares.
Os locais de
origem conhecidos até agora dos Meirelles
são os Açores (Ribeira Grande Ilha de S Miguel), Tras-os-montes (Chaves, Ponte de Lima e Bragança),
Mangaratiba, Pirahy, Petrópolis, Trier (Trévere – Bélgica, França e Prússia), Schleswig(
Dinamarca), Linden (Bélgica) Rio de Janeiro. E a maior influência vem do Rio de
Janeiro e Mangaratiba.
Os locais dos
Quintella são Dartmouth, Londres, Montpellier, Marselha, Gênova, Aveiro (
Estarreja, Avanca, Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga, Santa Maria da Feira,
Albergaria Velha), Valença ( São Julião
da Silva), Vianna do Castelo (Vianna, Vila Nova de Cerveira), Porto, Lisboa,
Rio de Janeiro. E as maiores influências deste ramo vêm de Dartmouth, Porto, Vianna
e Rio de Janeiro .
Dados
detalhados das famílias Quintella, Murat, Norton etc... se encontram em
Eliana
Quintella Linhares, A descendência de Luiz Queriol Murat e de Maria José
Tavares de Resende, 2006
Jean Vanel,
Les origines de La famille Murat, 1970.
Nomes
|
Nascto
|
Morte
|
Ant
J Meirelles 1
|
1790
|
1839
|
Luis
Q Murat
|
1800
|
1862
|
M
J RT Norton
|
1801
|
1875
|
Ant
J Correa
|
1816
|
1876
|
Manoel
J Vianna
|
1820
|
1880
|
Ant
J Meirelles 2
|
1834
|
1901
|
Felippe
A AmaralOsorio
|
1836
|
1913
|
Gertrudes
M Osorio
|
1836
|
1912
|
Fco
J Correa Quintella
|
1838
|
1921
|
Ant
Ferreira da Silva
|
1841
|
1894
|
Emma
N M Quintella
|
1843
|
1891
|
José
Pedro Vianna
|
1844
|
1894
|
Anna
H Raming Vianna
|
1847
|
1925
|
Marcianna
S Costa
|
1849
|
1920
|
Anna
O A Meirelles
|
1860
|
1940
|
Ary
N M Quintella
|
1875
|
1912
|
Corina
F S Quintella
|
1879
|
1908
|
Domingos
J Meirelles
|
1880
|
1965
|
Joanna
R V Meirelles
|
1884
|
1928
|
Ant
F S Quintella
|
1903
|
1956
|
Iracema
V M Quintella
|
1905
|
1975
|
Apesar de a
família Quintella e seus colaterais estarem muito bem investigados do ponto de
vista genealógico por Eliana Quintella Linhares, muitos aspectos históricos
ainda merecem aprofundamento.
Os pontos de
interesse levantados em viagens de pesquisa do autor a Portugal e Inglaterra
são listados abaixo.
O romance de Tavares de Resende em Oliveira de Azeméis
Nesta passagem
Antonio N 10.02.1719 capitão de Milícias de Avanca e Alferes da Cia de
Ordenanças de Pardilhó, filho do fidalgo Diogo Tavares de Resende, casa-se
com uma prima muito feia e estéril Joana Maria de Pinho Valente da Fonseca em
18.06.1743 e teve filhos fora do casamento com Josefa Simões N em Cucujães -
Oliveira de Azeméis.
A filha desta união, Ana Rosa Tavares de Resende
foi adotada pela família após a morte da mãe e criada em convento ligado
a Santa Casa da Misericórdia dedicado a
educação da nobreza no Porto.
O romance de
D Ana Rosa com Andrew Warren Norton
Ana Rosa Tavares de Resende (N 1777 – Avanca,Estarreja; F 13.05.1842 –
Viana do Castelo sepultada em Sta Maria Maior) foi criada em convento sob supervisão da Ama
D Maria da Conceição casada com Damaso Monteiro. Ela estava encaminhada para a vida religiosa como freira. Andrew Warren Norton (N 04.06.1771.St Petrox -
Devonshire, F 1841?) neto e filho de Oficiais da Marinha Inglesa que
tiveram ’ letter of marque’ durante as
guerras contra França e Espanha no século XVIII,
migrara para a Inglaterra com parte da
fortuna familiar para estabelecer-se como produtor e exportador de vinho do Porto e bacalhau. Raptou
de forma consentida a noviça Ana para casar-se com ela atraído por sua beleza angelical, cultura e
maneiras finas, que foram muito úteis na vida social do casal em sua ascensão.
As atividades comerciais de Andrew se
iniciaram no Porto em estabelecimento sito à típica Rua dos Ingleses na
freguesia de São Nicolau. Só após seu
casamento na Igreja de Santo Ildefonso do
Porto em 08.06.1794 é que estabeleceu-se em Viana, na Casa Amarela. Em Viana foi
naturalizado em 06.09.1807, convertido por batismo católico em NS Agonia em 12.06.1806
e nomeado Cônsul da Grã-Bretanha em Viana, Caminha e
Esposende por Carta Patente de Lisboa datada de 20.05.1811. Teve intensa atividade política e
econômica sendo um pioneiro na formulação do conceito de uma Bolsa de
Negócios no Porto que veio a se concretizar no século XIX no Palácio da Bolsa. Ana Rosa com sua finesse e traquejo social, adquiridos na
educação refinada do convento, foi instrumental e decisiva no sucesso de Andrew
corroborando o dito
popular de que atrás de todo homem de sucesso há uma grande mulher. Por meio de
regressão genealógica o autor e artista plásticc digital Heitor Luiz Murat recriou
retrato do casal porque seu neto Daniel havia nascido no mesmo dia de Andrew.
Retrato histórico obtido após a regressão genealógica é apresentado abaixo.
Observe-se
que a regressão genealógica conseguiu reunir semelhanças de pai e filho, como
se vê nas imagens abaixo:
Sua passagem pela Bolsa do porto está registrada em litografia de Forrester que é reproduzida parcialmente abaixo.
Rua Nova dos Ingleses (atual . Infante D Henrique)
Litografia de James Forrester, 1834
Robert Norton nr. 2, Andrew Norton nr. 3 à esquerda.
São identificados pelos historiadores, segundo a tabela abaixo, as pessoas retratadas nesta cena.
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A vida de Luis Queriol Murat que lutou contra D Miguel e asilou-se no Brasil, onde fez carreira de Negociante.
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| REGRESSÃO GENEALÓGICA de Luis Queriol Murat | (1800 - 1862) |
![]() | |||
| FONTE: ELIANA QUINTELLA LINHARES in: A descendência de Luis Queriol Murat |
![]() |
| Regressão Genealógica Digital Atelier Murat |
D. Majô - Maria José Tavares de Resende Norton Murat ( 1801 - 1875)
Relatos da Vida de Luis Queriol Murat
Fonte: Eliana Quintella Linhares
Emma Norton de Murat é a ancestral dos Meirelles Quintella
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Outras passagens ainda que merecem investigação são:
A vida de Pantaleão pecuarista que recebeu de D João V terras no Minho e a mudança de nome de Correa para Quintela em retribuição pela guarda por 200 anos de uma Cerveira Real exercida por sua família.
A vida de Felis Queriol
de Marseille e Bianca Maria Magdalena Grossi Negociantes de vinho em
Gênova que migraram para Oporto em virtude da peste que se abateu sobre Marselha.
A vida de Joseph Murat de Montpellier e de sua esposa Anne Sergeant de Londres Negociantes de vinho.
Análise da farta documentação sobre as atividades do banqueiro e empreendedor Antonio Ferreira da Silva e atividades mais tarde no banco que fez financiamento da União na Guerra do Paraguai,no loteamento de Botafogo e na construção da Igreja da Candelária.
A vida de Antonio Ferreira da Silva Banqueiro do Império
https://familysearch.org/photos/stories/12205727
Da esquerda para
direita Laura, Corina, Oscar, Ernesto, Antonio Ferreira da Silva, Maria (Nita),
José Caetano, Marcianna Senhorinha, Arthur, Alice.
Comendador da Ordem da Rosa do Segundo Imperio, Antonio
Ferreira da Silva, circa 1888 com a esposa Marcianna Senhorinha - Zeladora da
Ordem do Carmo- e os 8 filhos. Foi presidente do Banco Rural e Hypothecario que
financiou o Império na Guerra do Paraguay. Ele liderou, como Provedor, o
funding para construção da Candelária, tendo Thomas Driendl, em 1887, pintado
um quadro a óleo seu, de corpo inteiro, que está cadastrado pelo nr
RJ/010019.0238 pelo IPHAN no Inventario Nacional de Bens Moveis Integrados e custodiado
pela Irmandade do SS da Candelária.
A VIDA DE ALGUNS QUINTELLA
A vida de Emma Norton de Murat QUINTELLA, PIANISTA que chegou a tocar piano para o Imperador e
animadora familiar, bem como seu marido o self made man Francisco José Correa Quintella em cujo álbum Machado de Assis escreveu:
No Álbum do Sr. Quintela
por Machado de Assis
Faz-se a melhor harmonia
Com elementos diversos;
Mesclam-se espinhos às flores:
Posso aqui pôr os meus versos.
No Álbum do Sr. Quintela
por Machado de Assis
Faz-se a melhor harmonia
Com elementos diversos;
Mesclam-se espinhos às flores:
Posso aqui pôr os meus versos.
Outros temas que ainda merecem estudos mais profundados são por exemplo:
A obra dos intelectuais Gal Ary Quintella, matemático e o ficcionista seu filho Ary Guerra de Murat Quintella.
A obra dos intelectuais Gal Ary Quintella, matemático e o ficcionista seu filho Ary Guerra de Murat Quintella.
Já se descobriu algo mais das paixões impossíveis da Gêmeas Hisa e Emma Quintella (órfãs de mãe aos 4 anos e de pai aos 13) – A primeira em Minas Gerais, como enfermeira foi treinada em uma das primeiras turmas de enfermagem no Brasil por uma missão anglicana que veio da Inglaterra e trazia mestras de Devon. Já formada e contratada em um hopital apaixonou-se por um paciente convalescente de tuberculose. Num relance casou-se, engravidou e enviuvou. A segunda, com incontestes talentos artísticos de pintura na adolescência, apaixona-se platonicamente por um jovem britânico, amigo de família, remotamente aparentado. Convocado para primeira guerra foi afetado por gases tóxicos, permanecendo com seqüelas pulmonares e neurológicas que enfraqueceram severamente seu organismo. Retornando ao Rio de Janeiro foi vítima da pandemia de influenza denominada espanhola, assim chamada porque em terras da Espanha não se fazia segredo dos estragos feitos pela epidemia, ao contrário de muitos países, como o Brasil, que buscaram suavizar o seu impacto. Estima-se que a gripe tenha matado no mundo todo de 20 a 100 milhões de pessoas – muito mais que a Primeira Guerra (cerca de 15 milhões de vítimas) ou mais do que a aids. A população do era de 910.710 almas no mês de setembro de 1918, 697.543 na zona urbana e 213.167 nos subúrbios e na zona rural. Com a eclosão da doença ocorreu um aumento na taxa de mortalidade no decorrer do evento de quase 2.000%, falecendo cerca de 15 mil pessoas, acamando mais de 600 mil cariocas – ou seja, cerca de 66% da população local. Já debilitado o jovem faleceu o que provocou em Emma profunda depressão. Decidiu então dedicar uma última pintura (La Derníére Rose) a seu amor platônico, encarnando a mensagem da canção La Derníére Rose (Dieudonné-Félix Godefroid) e a do poema de Thomas Moore The Last Rose of Summer.
La Derniére Rose
1919 Maria E.
Si demain tu cueilles une rose
Dont le coeur est déjà fané, Dis-toi bien que cette rose Est la dernière de l'été Hier encore au voisinage Fleurissait tout un jardin Il n'en reste que ce feuillage Que l'hiver brûlera demain En amour comme en toute chose, En amour comme en amitié, Si ton coeur trouve une rose Cette rose, il faut la garder Même si c'est la première Que tu aies jamais trouvée C'est peut-être aussi la dernière Et la vie n'a qu'un seul été |
'Tis the
last rose of summer, Left blooming alone; All her lovely companions Are faded and gone; No flower of her kindred, No rosebud is nigh, To reflect back her blushes, Or give sigh for sigh. I'll not leave thee, thou lone one! To pine on the stem; Since the lovely are sleeping, Go, sleep thou with them. Thus kindly I scatter, Thy leaves o'er the bed, Where thy mates of the garden Lie scentless and dead. So soon may I follow, When friendships decay, And from Love's shining circle The gems drop away. When true hearts lie withered, And fond ones are flown, Oh! who would inhabit This bleak world alone? |
La Derniére Rose
|
The Last Rose of Summer
Thomas Moore (1779-1852)
|
![]() | ||
| CAPA DA PARTITURA | da Derniére Rose |
![]() |
| medalha milagrosa |
![]() |
| Santuario da Tijuca |
Esta infelicidade profunda e as
dificuldades financeiras com a orfandade despertaram sua inclinação mística. Enfim, aos 16 anos, autorizada pelos
tios, decidiu dedicar-se à vida religiosa até a morte, em 1965, na Ordem da Medalha Milagrosa
como Irmã Elizabeth. Esta pintura ainda está em família por ter sido preservada
por meus pais Antonio e Iracema.
Nas fotos acima as gêmeas Hisa e Emma ( irmã Elizabeth)
Nas fotos acima as gêmeas Hisa e Emma ( irmã Elizabeth)
Eventualmente outros membros da família sobre os quais se descubra fatos de interesse
devem ser estudados.
E por fim uma
análise mais aprofundada das ligações de meu pai, Antonio Ferreira da Silva
Quintella com as famílias dos Meirelles, uma vez que ele se interessou pela
guarda de muitos documentos de família em sua biblioteca da Alexandre Ferreira
206.
![]() | ||||
| Antonio Ferreira da Silva Quintella aos 22 anos em 1925. |
Meu pai deixou em mim algumas lembranças marcantes apesar do
pouco tempo de convivência que tive com ele. Ele morreu aos 52 anos quando eu
tinha apenas 10 anos de idade, após intermitentes e recorrentes internações desde 1948 quando teve tuberculose e diversas
outras enfernidades. Reconhecidamente
culto por sua sólida formação jesuítica, era leitor intenso e contador de
histórias. Suas performances de conteiro me embalaram muitas noites muitas noites e me fizeram
sonhar com castelos, reis, navegantes, cruzados, santos. Como gostava muito de
esportes freqüentou o Botafogo de Regatas e me estimulou a praticar inclusive
algumas modalidades como ciclismo, judô, futebol e remo.
Minha primeira experiência em bicicleta com ele foi cedo aos 5
anos nas pracinhas da Lagoa Rodrigo de Freitas e em férias no Parque Venceslau
Bras de Lambari. Depois de muitas leituras de clássicos adaptados para crianças
como “O Príncipe e o mendigo, Rei Lear, Bufalo Bill, Tarzan, Fabulas de La
Fontaine, Maurice Leblanc, Monteiro Lobato, Andersen, Grimm, Disney” e diversas historias em quadrinhos ( Xuxá,
Capitão Marvel, Super Homem, Disney, etc...) fui estimulado a compor pequenas
histórias infantis com seu método de composição jesuíta que eu iria revisitar
no Santo Inácio. Aos 9 anos fui encaminhado por ele para a academia de Bonso
Katayana para treinamento em Artes Marciais, passando depois para a Academia
Brito de Judô até a faixa marrom. Quanto a futebol e remo fui apenas motivado
por ele a assistir competições
esportivas e só mais tarde ingressei em treinamento no Forte do Leme e no Vasco
da Gama. Em todas estas modalidades cheguei a ganhar algumas medalhas, graças
ao seu estímulo.
Como meu pai era um lingüista sofisticado, sua influência
neste sentido foi grande sobre mim. Dediquei-me ao estudo do latim, de diversas
línguas neolatinas, anglo-germânicas e algumas eslavas e guardo até hoje preciosos livros e dicionários com sua assinatura em minha biblioteca.
Por fim, um legado importante de relevo deixado pr Antonio F S Quintella para
este trabalho foi ter estudado, anotado e transmitido a seus filhos informações
sobre os ancestrais maternos e paternos. A sua motivação, dizia ele, era seu
sentimento de orfandade e o distanciamento de seus irmãos, criados em
diáspora nas casas de quatro tios, que o
fizeram buscar acolhida na família grande e coesa de sua esposa Iracema.
Sua história, trabalhos nas letras e arquivos também merecem uma boa investigação e
relato.
A vida dos Sampaio Pacheco
Outra Família que merece estudos mais aprofundados e se fundiu ao tronco Meirelles foi a de Leila Osorio Pacheco esposa do autor deste texto.
| Leila (Osorio) Pacheco Quintella |
Descendente de um fundador da cidade do Rio de janeiro Antonio Sampaio. Abaixo exibe-se o diploma emitido pelo Colégio Brasileiro de Genealogia.
Na lista dos povoadores lusitanos do Rio de janeiro encontra-se IV - ANTÔNIO DE SAMPAIO
Antônio de Sampaio nasceu por volta de 1527 e faleceu depois de 1573. Casou-se (cerca de 1558) com Maria Coelho, filha de André Pires nascida em São Vicente, SP. por volta de 1538 e falecida entre 29.12.1593 e 10.1601. Deste povoador descende Maria Sampaio. Todavia ninguém ainda levantou a cadeia documental comprobatória ou cadeia linhagística desta ancestralidade.
Em
Belchior, Elysio de Oliveira, Conquistadores e Povoadores do Rio de Janeiro. 1965: Rio de janeiro Ed Brasiliana encontra-se o seguinte verbete do SESMEIRO Antonio Sampaio.
Juiz Ordinário da Câmara da
cidade do Rio de Janeiro em 1570. Chegou ao Rio de Janeiro com o posto de Capitão
de Infantaria, na armada do Governador Mem de Sá, no ano de 1567. Em agosto
deste ano foi um dos moradores que requereram a demarcação do rossio da cidade,
a fim de que fosse possível a criação de gado em campos públicos. Tornou-se
fiador de João Fonseca aos 18 de janeiro de 1571 e em 1572 assistiu a cerimônia
de transferência do cargo de Alcaide-Mor do Rio de Janeiro de Francisco Dias Pinto
para Diogo Fernandes Pinto. Possuia sesmaria medindo 3.000 braças em quadra, na
Tapera do Gato onde se chama Paranaguape, obtida a 28 de março de 1573. Segundo
se depreende de Monsenhor Pizarro, também era dono de terra nas imediações do
rio Macacu. Por outro lado, assinala o
auto da demarcação da sesmaria da Companhia de Jesus, que as autoridades dela
encarregadas ao chegarem nas proximidades de Inhaúma depararam com ‘João Fonseca
procurador que se dizia de Antônio de Sampaio’ , que pediu ao provedor da
fazenda Antônio de Mariz que ‘ não desse nem demarcasse mais terras aos ditos
padres de que lhes tinha dado, porquanto elas não tinham mais dali por diante’.
Portanto tinha outra propriedade limítrofe com a sesmaria dos jesuítas. Casou-se
com Maria Coelho, filha de André Pires, morador de São Vicente. Pai de Lourenço
e Sebastião Sampaio.
Bibliografia:
- ARQUIVO DO DISTRITO FEDERAL –
Rio de Janeiro, Prefeitura do Distrito Federal, 1894/1953
- FERREIRA, João da Costa – A Cidade do Rio de Janeiro e seu termo, 1ª edição,
Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1933.
- .......................................
– Dicionário de Bandeirantes e
Sertanistas do Brasil, 1ª edição, São Paulo, Comissão do IV Centenário de
São Paulo, 1954.
- INSTITUTO HISTÓRICO DE MARINA –
Coleción de Diarios y Relaciones para la Historia
de los viajes y Descobrimientos-Sarmiento de Gamboa, Madri, 1944
-.........................................-
Terras que deu Estácio de Sá ao Colégio
do Rio de Janeiro, Jornal do Comércio, Rio de Janeiro, 17 de fevereiro
1935.
- PIZARRO E ARAÚJO, José de Sousa
Azevedo – Memórias históricas do Rio de
Janeiro, 2ª edição, Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro, 1945, 11
volumes.
-
...................................... – Relação
das sesmarias da Capitania do Rio de Janeiro, Revista do Instituto Geográfico
Brasileiro, Rio de Janeiro, Tomo LXIII, volume 101, 1900.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
PRIMEIROS POVOADORES LUSITANOS DO RIO
Segundo Carlos Rheingantz
I - ALEIXO MANUEL
Entre os povoadores que aqui se estabeleceram nos primeiros anos após a fundação da cidade, 18 deixaram descendência que persiste até os nossos dias, conforme levantamento feito pelo Colégio Brasileiro de Genealogia sob a direção de seu presidente o engenheiro Carlos G. Rheingantz.
Aleixo Manuel nasceu na Ilha do Faial, nos Açores, por volta de 1542, o faleceu no Rio cm 25 de janeiro de 1626. Foi quem construiu a primeira capela no morro pertencente a Manuel de Brito e que foi posteriormente doada aos monges beneditinos, que ali construíram a Abadia de Nossa Senhora do Montserrat - o Mosteiro de São Bento. Um dos primitivos no-mes da atual Rua do Ouvidor foi Rua Aleixo Manuel, em homenagem a esse povoador ou a seu filho do mesmo nome. De sua esposa, Francisca da Costa Homem, natural de Ilha Terceira, teve, pelo menos, seis filhos. O primogênito foi o Padre Pedro Homem de Albernaz. Albernaz seria, provavelmente, o nome de família de Aleixo Manuel, por vir seu nome ci-tado em alguns documentos como Aleixo Manuel Albernaz.
Entre os povoadores que aqui se estabeleceram nos primeiros anos após a fundação da cidade, 18 deixaram descendência que persiste até os nossos dias, conforme levantamento feito pelo Colégio Brasileiro de Genealogia sob a direção de seu presidente o engenheiro Carlos G. Rheingantz.
Aleixo Manuel nasceu na Ilha do Faial, nos Açores, por volta de 1542, o faleceu no Rio cm 25 de janeiro de 1626. Foi quem construiu a primeira capela no morro pertencente a Manuel de Brito e que foi posteriormente doada aos monges beneditinos, que ali construíram a Abadia de Nossa Senhora do Montserrat - o Mosteiro de São Bento. Um dos primitivos no-mes da atual Rua do Ouvidor foi Rua Aleixo Manuel, em homenagem a esse povoador ou a seu filho do mesmo nome. De sua esposa, Francisca da Costa Homem, natural de Ilha Terceira, teve, pelo menos, seis filhos. O primogênito foi o Padre Pedro Homem de Albernaz. Albernaz seria, provavelmente, o nome de família de Aleixo Manuel, por vir seu nome ci-tado em alguns documentos como Aleixo Manuel Albernaz.
I - ANDRÉ VILALOBOS DA SILVEIRA
André Vilalobos da Silveira foi um dos primeiros povoadores do Rio que deixaram descendência que persiste até os nossos dias, conforme levantamento efetuado pelo Colégio Brasileiro de Genealogia sob a direção de seu presidente engenheiro Carlos G. Rheingantz.
Como sua esposa, D. Isabel do Souto Maior, André Vilalobos da Sil-veira era natural dos Açores, ele nasceu na Ilha de São Jorge, no lugar do Topo e ela na Ilha Terceira. Vieram para o Rio antes de 1600, ano em que nasceu, nesta cidade, um de seus filhos, Francisco da Silveira Vilalo-bos, que viria a ser padre.
Em 1618, André Vilalobos da Silveira era vereador. Em 1628, foi eleito Ministro da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, servindo até 1630, e sendo novamente eleito em 1634. Em 4 de julho de 1634 foi eleito para representar o provedor da Santa Casa de Misericórdia, que era então Salvador Correia de Sá e Benevides, na administração do hospital da entidade. Em 11 de março de 1637, comprou de João Rodrigues Bravo, Capitão da Fortaleza do Outeiro de São Bento, a gleba das terras por esse adquirida em 1635 de Salvador Correia de Sá e Benevides, situada em Jacarepaguá e que continuou com seus descendentes até o presente, sendo conhecida como Engenho e, depois, Fazenda da Taquara.
André Vilalobos da Silveira foi um dos primeiros povoadores do Rio que deixaram descendência que persiste até os nossos dias, conforme levantamento efetuado pelo Colégio Brasileiro de Genealogia sob a direção de seu presidente engenheiro Carlos G. Rheingantz.
Como sua esposa, D. Isabel do Souto Maior, André Vilalobos da Sil-veira era natural dos Açores, ele nasceu na Ilha de São Jorge, no lugar do Topo e ela na Ilha Terceira. Vieram para o Rio antes de 1600, ano em que nasceu, nesta cidade, um de seus filhos, Francisco da Silveira Vilalo-bos, que viria a ser padre.
Em 1618, André Vilalobos da Silveira era vereador. Em 1628, foi eleito Ministro da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, servindo até 1630, e sendo novamente eleito em 1634. Em 4 de julho de 1634 foi eleito para representar o provedor da Santa Casa de Misericórdia, que era então Salvador Correia de Sá e Benevides, na administração do hospital da entidade. Em 11 de março de 1637, comprou de João Rodrigues Bravo, Capitão da Fortaleza do Outeiro de São Bento, a gleba das terras por esse adquirida em 1635 de Salvador Correia de Sá e Benevides, situada em Jacarepaguá e que continuou com seus descendentes até o presente, sendo conhecida como Engenho e, depois, Fazenda da Taquara.
III - ANTÔNIO DE MAR1Z
Nascido em Barcelos, Portugal, por volta de 1536, Antônio de Mariz morreu no Rio no fim de 1584. Casou-se, por volta de 1566, com Isabel Velha.
José de Alencar imortalizou a figura de Antônio de Mariz, dando-lhe uma fidalga origem e inventando-lhe uma filha de nome Cecília, ou Ceei, por quem se apaixonou o índio Peri, no romance "O Guarani", que serviu de libreto para a ópera do mesmo nome, de Carlos Gomes.
Antônio de Mariz foi proprietário de terras no local hoje denominado Ponte dos Marinheiros, e também em Niterói; ao que se sabe, teve duas filhas, Maria e Isabel. Nunca foi, entretanto, dono de um solar situado à beira do Rio Paquequer, nem teve filha chamada Ceei, como figura no romance de José de Alencar.
Nascido em Barcelos, Portugal, por volta de 1536, Antônio de Mariz morreu no Rio no fim de 1584. Casou-se, por volta de 1566, com Isabel Velha.
José de Alencar imortalizou a figura de Antônio de Mariz, dando-lhe uma fidalga origem e inventando-lhe uma filha de nome Cecília, ou Ceei, por quem se apaixonou o índio Peri, no romance "O Guarani", que serviu de libreto para a ópera do mesmo nome, de Carlos Gomes.
Antônio de Mariz foi proprietário de terras no local hoje denominado Ponte dos Marinheiros, e também em Niterói; ao que se sabe, teve duas filhas, Maria e Isabel. Nunca foi, entretanto, dono de um solar situado à beira do Rio Paquequer, nem teve filha chamada Ceei, como figura no romance de José de Alencar.
IV - ANTÔNIO DE SAMPAIO
Antônio de Sampaio nasceu por volta de 1527 e faleceu depois de 1573. Casou-se (cerca de 1558) com Maria Coelho, filha de André Pires nascida em São Vicente, SP. por volta de 1538 e falecida entre 29.12.1593 e 10.1601.
Antônio de Sampaio nasceu por volta de 1527 e faleceu depois de 1573. Casou-se (cerca de 1558) com Maria Coelho, filha de André Pires nascida em São Vicente, SP. por volta de 1538 e falecida entre 29.12.1593 e 10.1601.
V - BALTAZAR DE ABREU
Baltazar do Abreu, por alguns autores citado como Baltazar de Abreu Soutomaior, nasceu na Ilha da Madeira e faleceu no Rio, em 9 de julho de 1659. Sua esposa foi Isabel Rangel, com quem se casou no Rio.
O tronco família de Baltazar de Abreu é de tal maneira entrosado, desde o início, com o tronco Rangel de Macedo, que se tornou um pro-blema separar entre os dois grupos os descendentes, o que foi feito colo-cando-se a metade em cada um. A descendência da tetraneta Luciana Maria de Assunção e de seu marido, o Capitão Luís da Silva Ferreira, está quase toda ela radicada no Rio Grande do Sul, pois o casal foi residir em Bojuru no atual município de São José do Norte. De lá, a descendên-cia ramificou-se nos municípios vizinhos de Rio Grande e Pelotas.
Baltazar do Abreu, por alguns autores citado como Baltazar de Abreu Soutomaior, nasceu na Ilha da Madeira e faleceu no Rio, em 9 de julho de 1659. Sua esposa foi Isabel Rangel, com quem se casou no Rio.
O tronco família de Baltazar de Abreu é de tal maneira entrosado, desde o início, com o tronco Rangel de Macedo, que se tornou um pro-blema separar entre os dois grupos os descendentes, o que foi feito colo-cando-se a metade em cada um. A descendência da tetraneta Luciana Maria de Assunção e de seu marido, o Capitão Luís da Silva Ferreira, está quase toda ela radicada no Rio Grande do Sul, pois o casal foi residir em Bojuru no atual município de São José do Norte. De lá, a descendên-cia ramificou-se nos municípios vizinhos de Rio Grande e Pelotas.
VI - CR1SPIN DA CUNHA TENREIRO
Crispim da Cunha Tenreiro, era contemporâneo de Antônio--e(e Mariz, e casou-se com sua filha, Isabel de Mariz, por volta de 1587. Um ramo dos descendentes de Crispim da Cunha Tenreiro, o ramo Velasco Molina, foi radicar-se no Rio Grande do Sul.
Crispim da Cunha Tenreiro, era contemporâneo de Antônio--e(e Mariz, e casou-se com sua filha, Isabel de Mariz, por volta de 1587. Um ramo dos descendentes de Crispim da Cunha Tenreiro, o ramo Velasco Molina, foi radicar-se no Rio Grande do Sul.
VII - DOMINGOS DE AZEREDO COUTINHO
Domingos de Azeredo Coutinho nasceu na Capitania do Espírito Santo, filho de Marcos de Azeredo e D. Maria de Melo Coutinho. Sua esposa, Ana Tenreira, era descendente dos Cunha Tenreiro e dos Mariz.
Domingos de Azeredo Coutinho nasceu na Capitania do Espírito Santo, filho de Marcos de Azeredo e D. Maria de Melo Coutinho. Sua esposa, Ana Tenreira, era descendente dos Cunha Tenreiro e dos Mariz.
VIII - ESTÊVÃO DE MUROS
A família de Muros, à qual pertenceram Domingos, Gonçalo, Fran-cisco e Estêvão, radicou-se no Rio nos primeiros anos após a fundação da cidade.
Do casamento de Estêvão de Muros com Maria da Rocha foi encon-trada uma única filha, Paula de Muros, casada com o Alferes José Ramos, de quem teve 10 filhos. O terceiro destes, Manuel Pereira de Abreu, nas-cido em 1679 e falecido em 1766, teve de seu primeiro matrimônio com Josefa de Barros, quatro filhos, dos quais a primogênita, Antônia Nunes de Barros, casando-se em 1720 com o português Alexandre da Costa, deu origem à família Costa Barros, que foi o único ramo frondoso do tronco de Muros.
A família de Muros, à qual pertenceram Domingos, Gonçalo, Fran-cisco e Estêvão, radicou-se no Rio nos primeiros anos após a fundação da cidade.
Do casamento de Estêvão de Muros com Maria da Rocha foi encon-trada uma única filha, Paula de Muros, casada com o Alferes José Ramos, de quem teve 10 filhos. O terceiro destes, Manuel Pereira de Abreu, nas-cido em 1679 e falecido em 1766, teve de seu primeiro matrimônio com Josefa de Barros, quatro filhos, dos quais a primogênita, Antônia Nunes de Barros, casando-se em 1720 com o português Alexandre da Costa, deu origem à família Costa Barros, que foi o único ramo frondoso do tronco de Muros.
IX - FRANCISCO FREIRE RIBEIRO
Francisco Freire Ribeiro, natural de Guimarães, casou-se com Cata-rina de Freitas, de quem teve, pelo menos, quatro filhos, dos quais o primogênito, Pedro Freire Ribeiro, casou-se com Ana Duque da Rosa, filha de Henrique Duque Estrada. ' Na terceira geração, os nomes de família dos netos e bisnetos pas-saram a ser Freire Ribeiro, Cruz Freire, Duque Estrada e Antunes Ferreira. O ramo que se perpetuou até os nossos dias foi aquele que conservou o nome Duque Estrada. Cerca da metade da descendência do tronco de Francisco Freire Ribeiro está entrelaçado com a do tronco originado por outro dos primeiros povoadores do Rio, Antônio de Mariz.
Francisco Freire Ribeiro, natural de Guimarães, casou-se com Cata-rina de Freitas, de quem teve, pelo menos, quatro filhos, dos quais o primogênito, Pedro Freire Ribeiro, casou-se com Ana Duque da Rosa, filha de Henrique Duque Estrada. ' Na terceira geração, os nomes de família dos netos e bisnetos pas-saram a ser Freire Ribeiro, Cruz Freire, Duque Estrada e Antunes Ferreira. O ramo que se perpetuou até os nossos dias foi aquele que conservou o nome Duque Estrada. Cerca da metade da descendência do tronco de Francisco Freire Ribeiro está entrelaçado com a do tronco originado por outro dos primeiros povoadores do Rio, Antônio de Mariz.
X - FRANCISCO VIEGAS
Francisco Viegas, casou-se em 1598 com D. Joana de Soberal, e faleceu por volta de 1640. Sua esposa morreu muito mais tarde, a 11 de setembro de 1678, com quase 100 anos. Do casal, encontrou-se três filhas, Lucrécia Viegas, Maria Viegas e Mariana de Soberal. Todas se casaram e tiveram filhos. Sua descendência está mesclada com o tronco originado por dois outros dos primeiros povoadores do Rio, Crispim da Cunha Tenreiro e Domingos de Azeredo Coutinho.
Francisco Viegas, casou-se em 1598 com D. Joana de Soberal, e faleceu por volta de 1640. Sua esposa morreu muito mais tarde, a 11 de setembro de 1678, com quase 100 anos. Do casal, encontrou-se três filhas, Lucrécia Viegas, Maria Viegas e Mariana de Soberal. Todas se casaram e tiveram filhos. Sua descendência está mesclada com o tronco originado por dois outros dos primeiros povoadores do Rio, Crispim da Cunha Tenreiro e Domingos de Azeredo Coutinho.
XI - JOÁO DE SOUSA PEREIRA BOTAFOGO
João de Sousa Pereira Botafogo teria nascido em Elvas, por volta de 1540, e de Portugal foi para a capitania de São Vicente, onde se casou com D. Maria de Luz Escórcio. Chegou ao Rio quando a Cidade Velha já estava principiada e seus habitantes guerreavam os índios tamoios.
Pela sua bravura, João de Sousa Pereira Botafogo foi feito capitão de uma canoa de guerra, e enviado para Cabo Frio a fim de impedir o contrato de pau-brasil que os franceses ali efetuavam. Como bandeirante, fez várias penetrações pela sertão. A enseada de Botafogo, que primiti-vamente se chamou Enseada de Francisco Velho, adquiriu o nome que até hoje conserva, ao que parece, por ter próximo à sua praia residido aquele povoador. O nome de Enseada estendeu-se à antiga Chácara de São Clemente, atual Bairro de Botafogo. Da descendência de João de Sousa Pereira Botafogo, uma grande parte passou-se para o Estado do Rio nos fins do século XVIII, ali constituindo ramos difíceis de serem pes-quisados e comprovados, devido ao mau estado dos livros paroquiais. Outro ramo fixou-se em São Paulo.
João de Sousa Pereira Botafogo teria nascido em Elvas, por volta de 1540, e de Portugal foi para a capitania de São Vicente, onde se casou com D. Maria de Luz Escórcio. Chegou ao Rio quando a Cidade Velha já estava principiada e seus habitantes guerreavam os índios tamoios.
Pela sua bravura, João de Sousa Pereira Botafogo foi feito capitão de uma canoa de guerra, e enviado para Cabo Frio a fim de impedir o contrato de pau-brasil que os franceses ali efetuavam. Como bandeirante, fez várias penetrações pela sertão. A enseada de Botafogo, que primiti-vamente se chamou Enseada de Francisco Velho, adquiriu o nome que até hoje conserva, ao que parece, por ter próximo à sua praia residido aquele povoador. O nome de Enseada estendeu-se à antiga Chácara de São Clemente, atual Bairro de Botafogo. Da descendência de João de Sousa Pereira Botafogo, uma grande parte passou-se para o Estado do Rio nos fins do século XVIII, ali constituindo ramos difíceis de serem pes-quisados e comprovados, devido ao mau estado dos livros paroquiais. Outro ramo fixou-se em São Paulo.
XII - JORDÃO HOMEM DA COSTA
Jordão Homem da Costa era filho de Luís de Faria Homem e de Ascença de Andrade. Casou-se em primeiras núpcias com Bárbara Nunes, e, em segundas núpcias, com Ana de Sousa. Esta faleceu muitos anos após o marido, a 15 de setembro de 1679. Todos os descendentes de Jordão Homem da Costa também descendem de João de Souza Pereira Botafogo.
Jordão Homem da Costa era filho de Luís de Faria Homem e de Ascença de Andrade. Casou-se em primeiras núpcias com Bárbara Nunes, e, em segundas núpcias, com Ana de Sousa. Esta faleceu muitos anos após o marido, a 15 de setembro de 1679. Todos os descendentes de Jordão Homem da Costa também descendem de João de Souza Pereira Botafogo.
XIII - JULIÀO RANGEL DE MACEDO
Julião Rangel de Macedo. Rezam os documentos ler sido filho de Damião Dias Rangel. Em 1583 era capitão. Casou-se por volta de 1574 com D. Brites Sardinha, filha de João Gomes Sardinha e de Felipa Gomes, e irmã de D. Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo do Brasil e que foi morto e devorado pelos índios. O tronco familial descendente de Julião Rangel de Macedo está em tal forma entrosado com o tronco originário de Baltazar de Abreu (V dessa série) que foi problemático separar os descendentes pelos dois grupos, o que foi feito em duas metades.
Julião Rangel de Macedo. Rezam os documentos ler sido filho de Damião Dias Rangel. Em 1583 era capitão. Casou-se por volta de 1574 com D. Brites Sardinha, filha de João Gomes Sardinha e de Felipa Gomes, e irmã de D. Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo do Brasil e que foi morto e devorado pelos índios. O tronco familial descendente de Julião Rangel de Macedo está em tal forma entrosado com o tronco originário de Baltazar de Abreu (V dessa série) que foi problemático separar os descendentes pelos dois grupos, o que foi feito em duas metades.
XIV - LUÍS DE BARCELOS
Nascido na Ilha Terceira, nos Açores, Luís de Barcelos casou-se no Rio com Catarina Machado, dando origem à família Barcelos Machado.
Seu trineto foi o Alcaide-Mor Caetano de Barcelos Machado, cujo filho único casou-se, em 1780, com Dona Francisco Antônia de Velasco, de quem teve dois filhos: o Brigadeiro José Caetano, que casou mas não teve filhos, e D. Ana Francisco de Velasco, esposa do Capitão Manuel Carneiro da Silva. Já nessa época a família estava radicada no lugar denominado Mato da Pipa, na Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Capivari (Quissamã). Do casamento de D. Ana Francisco de Velasco com o capitão Manuel Carneiro da Silva, nasceu em 1788, constituindo a séti-ma geração do tronco familial originado por Luís de Barcelos, José Car-neiro da Silva. Foi agraciado, por mercê de 5 de maio de 1844, com título de Barão de Araruama (primeiro), e, a 15 de abril de 1847, elevado a Vis-conde com grandeza do mesmo título, falecendo em 1864. A maior parte de sua descendência foi constituída por famílias de fazendeiros no Estado do Rio, na Zona de Campos e de Quissamã, que cultivavam a cana de açúcar.
Nascido na Ilha Terceira, nos Açores, Luís de Barcelos casou-se no Rio com Catarina Machado, dando origem à família Barcelos Machado.
Seu trineto foi o Alcaide-Mor Caetano de Barcelos Machado, cujo filho único casou-se, em 1780, com Dona Francisco Antônia de Velasco, de quem teve dois filhos: o Brigadeiro José Caetano, que casou mas não teve filhos, e D. Ana Francisco de Velasco, esposa do Capitão Manuel Carneiro da Silva. Já nessa época a família estava radicada no lugar denominado Mato da Pipa, na Freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Capivari (Quissamã). Do casamento de D. Ana Francisco de Velasco com o capitão Manuel Carneiro da Silva, nasceu em 1788, constituindo a séti-ma geração do tronco familial originado por Luís de Barcelos, José Car-neiro da Silva. Foi agraciado, por mercê de 5 de maio de 1844, com título de Barão de Araruama (primeiro), e, a 15 de abril de 1847, elevado a Vis-conde com grandeza do mesmo título, falecendo em 1864. A maior parte de sua descendência foi constituída por famílias de fazendeiros no Estado do Rio, na Zona de Campos e de Quissamã, que cultivavam a cana de açúcar.
XV - SALVADOR CORREIA DE SA
Salvador Correia de Sá (o Velho), que foi Governador do Rio, nasceu por volta de 1530 e faleceu em 1631, com cerca de 101 anos de idade, segundo rezam as crônicas. Era filho de Gonçalo Correia e de Felipa de Sá, que era parente de Mem de Sá; Governador-Geral do Brasil. Salvador casou-se três vezes, e seu filho Martim, falecido em 1632, casara-se, por volta de 1600, com Dona Maria de Mendonça y Benevidez. Deste matrimônio nasceram, pelo menos, três fi-lhos, dos quais o mais velho foi o famoso Salvador Correia de Sá e Benevides, que faleceu em 1688. O filho deste, Martin Correia de Sá e Benevides, foi agraciado em Portugal com um título de nobreza, tendo sido o primeiro Visconde de Asseca. A família Asseca passou-se para Portugal, onde está hoje representada pelo décimo Visconde de Asseca, Antônio José Maria Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara, nascido em 1900 e casado com D. Maria Luísa de Souza e Holstein Beck, filha do Duque de Palmela. O único ramo brasileiro atuai dessa família originou-se do casamento de José Maria Correia de Sá e Benevides (da sétima geração do tronco originado por Salvador Correia de Sá, o Velho) com Leonor Maria Salda-nha da Gama, filha do sexto Conde da Ponte. José Maria Correia de Sá e Benevides era irmão do sexto Visconde de Asseca, Antônio Maria Cor-reia de Sá e Benevides, sendo ambos filhos do Marechal Salvador Cor-reia de Sá e Benevides, quinto Visconde de Asseca.
Salvador Correia de Sá (o Velho), que foi Governador do Rio, nasceu por volta de 1530 e faleceu em 1631, com cerca de 101 anos de idade, segundo rezam as crônicas. Era filho de Gonçalo Correia e de Felipa de Sá, que era parente de Mem de Sá; Governador-Geral do Brasil. Salvador casou-se três vezes, e seu filho Martim, falecido em 1632, casara-se, por volta de 1600, com Dona Maria de Mendonça y Benevidez. Deste matrimônio nasceram, pelo menos, três fi-lhos, dos quais o mais velho foi o famoso Salvador Correia de Sá e Benevides, que faleceu em 1688. O filho deste, Martin Correia de Sá e Benevides, foi agraciado em Portugal com um título de nobreza, tendo sido o primeiro Visconde de Asseca. A família Asseca passou-se para Portugal, onde está hoje representada pelo décimo Visconde de Asseca, Antônio José Maria Correia de Sá e Benevides Velasco da Câmara, nascido em 1900 e casado com D. Maria Luísa de Souza e Holstein Beck, filha do Duque de Palmela. O único ramo brasileiro atuai dessa família originou-se do casamento de José Maria Correia de Sá e Benevides (da sétima geração do tronco originado por Salvador Correia de Sá, o Velho) com Leonor Maria Salda-nha da Gama, filha do sexto Conde da Ponte. José Maria Correia de Sá e Benevides era irmão do sexto Visconde de Asseca, Antônio Maria Cor-reia de Sá e Benevides, sendo ambos filhos do Marechal Salvador Cor-reia de Sá e Benevides, quinto Visconde de Asseca.
XVI ? SEBASTIÃO FAGUNDES VARELA
Sebastião Fagundes Varela, natural de Viana do Castelo, faleceu no Rio, em 29 de julho de 1639. Casou-se com Maria de Amorim Soares, de quem teve, pelo menos, quatro filhos. A primogênita Petronilha Fagundes, casou-se com um parente seu, João Fagundes Paris. Uma vasta sesmaria situada na Zona Sul da cidade, compreendendo os atuais bairros de Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e Leblon, # e incluindo também, por conseguinte, a Lagoa, fora adquirida por Sebas-tião Fagundes Varela. Esta sesmaria transformou-se no engenho denomi-nado da Lagoa, que tinha duas capelas: a de Nossa Senhora da Concei-ção e a de Nossa Senhora da Cabeça. Petronilha, tendo herdado a pro-priedade, por sua morte esta passou às mãos de sua filha d. Isabel Fagun-des, esposa de Manoel Teles Barreto. Falecendo D. Isabel, passou a pro-priedade às mãos de sua filha Petronilha (neta da primeira deste nome), esposa do capitão Rodrigo de Freitas Castro. A lagoa, que nos mapas antigos vinha mencionada como lagoa dos Fagundes, e, depois, como Lagoa de Manoel Teles,, teve seu nome fixado definitivamente como Lagoa Rodrigo de Freitas.
Sebastião Fagundes Varela, natural de Viana do Castelo, faleceu no Rio, em 29 de julho de 1639. Casou-se com Maria de Amorim Soares, de quem teve, pelo menos, quatro filhos. A primogênita Petronilha Fagundes, casou-se com um parente seu, João Fagundes Paris. Uma vasta sesmaria situada na Zona Sul da cidade, compreendendo os atuais bairros de Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e Leblon, # e incluindo também, por conseguinte, a Lagoa, fora adquirida por Sebas-tião Fagundes Varela. Esta sesmaria transformou-se no engenho denomi-nado da Lagoa, que tinha duas capelas: a de Nossa Senhora da Concei-ção e a de Nossa Senhora da Cabeça. Petronilha, tendo herdado a pro-priedade, por sua morte esta passou às mãos de sua filha d. Isabel Fagun-des, esposa de Manoel Teles Barreto. Falecendo D. Isabel, passou a pro-priedade às mãos de sua filha Petronilha (neta da primeira deste nome), esposa do capitão Rodrigo de Freitas Castro. A lagoa, que nos mapas antigos vinha mencionada como lagoa dos Fagundes, e, depois, como Lagoa de Manoel Teles,, teve seu nome fixado definitivamente como Lagoa Rodrigo de Freitas.
XVII - TOME DE ALVARENGA
Do casamento de Tome de Alvarenga com Maria de Mariz houve uma filha, chamada Maria de Alvarenga, nascida no Rio, por volta de 1595, e falecida a 6 de junho de 1649. A filha de Tome de Alvarenga casou-se com o Capitão Manuel Correia, que faleceu a 8 de janeiro de 1648. Este Manuel Correia era filho de Gonçalo Correia e de sua segunda esposa, Maria Ramires. Era, por-tanto, meio-irmão de Salvador Correia de Sá (o Velho), que era filho do mesmo Gonçalo e de sua primeira esposa, D. Felipa de Sá. Os descen-dentes de Maria de Alvarenga usaram os nomes de Correia de Alvarenga, Correia Vasques (ou Vasqueanes) e Correia de Araújo. Por volta de 1700, entretanto, dois filhos do Sargento-Mor Martinho Correia Vasques acres-centaram ao nome o apelido Sá, que ^era o nome da família da primeira esposa de seu bisavô Gonçalo Correia. Fato inédito ! O Tenente-General Martinho Correia de Sá e seu irmão Salvador Correia de Sá passaram a usar o nome de família da primeira esposa de um bisavô sem dela descenderem. Depois de residir por algum tempo no Rio, passaram-se estes Correia de Sá para o Estado do Rio, em Jacutinga e Iguaçu. Vamos encontrar mais tarde, em princípios do século XIX, uns Correia de Sá, que daqueles se-riam provavelmente oriundos, estabelecidos em Rio Bonito, no Estado do Rio. Ocorre então um fato semelhante ao primeiro: Manuel Correia de Sá, em 1860, mais ou menos, resolve, em Rio Bonito, em homenagem aos seus contraparentes, aumentar o seu nome, passando a chamar-se Manuel Correia de Sá "e Benevides".
Do casamento de Tome de Alvarenga com Maria de Mariz houve uma filha, chamada Maria de Alvarenga, nascida no Rio, por volta de 1595, e falecida a 6 de junho de 1649. A filha de Tome de Alvarenga casou-se com o Capitão Manuel Correia, que faleceu a 8 de janeiro de 1648. Este Manuel Correia era filho de Gonçalo Correia e de sua segunda esposa, Maria Ramires. Era, por-tanto, meio-irmão de Salvador Correia de Sá (o Velho), que era filho do mesmo Gonçalo e de sua primeira esposa, D. Felipa de Sá. Os descen-dentes de Maria de Alvarenga usaram os nomes de Correia de Alvarenga, Correia Vasques (ou Vasqueanes) e Correia de Araújo. Por volta de 1700, entretanto, dois filhos do Sargento-Mor Martinho Correia Vasques acres-centaram ao nome o apelido Sá, que ^era o nome da família da primeira esposa de seu bisavô Gonçalo Correia. Fato inédito ! O Tenente-General Martinho Correia de Sá e seu irmão Salvador Correia de Sá passaram a usar o nome de família da primeira esposa de um bisavô sem dela descenderem. Depois de residir por algum tempo no Rio, passaram-se estes Correia de Sá para o Estado do Rio, em Jacutinga e Iguaçu. Vamos encontrar mais tarde, em princípios do século XIX, uns Correia de Sá, que daqueles se-riam provavelmente oriundos, estabelecidos em Rio Bonito, no Estado do Rio. Ocorre então um fato semelhante ao primeiro: Manuel Correia de Sá, em 1860, mais ou menos, resolve, em Rio Bonito, em homenagem aos seus contraparentes, aumentar o seu nome, passando a chamar-se Manuel Correia de Sá "e Benevides".
XVIII - TOUSSAINT GRUGEL
Toussaint Grugel foi um dos primeiros povoadores do Rio, cuja descendência persiste até hoje. Na habilitação "de genere" de um dos seus netos, os depoentes, em seus testemunhos, foram unânimes em declarar que Toussaint Grugel nascera no Havre de Grace, em França. Seu casamento com a carioca Domingas de Arão (ou do Amaral) deve ter ocorrido por volta de 1600. Morreu no Rio, por volta de 1625. Sua esposa faleceu muitos anos depois, com mais de 70 anos de idade.
Na realidade, este tronco deveria ser encabeçado pelo pai de Do-mingas, pois é evidente que ele e sua esposa aqui viveram nos primórdios da fundação da cidade. Ocorre, entretanto, que nenhum docu-mento revelou o nome do casal de sogros do francês Grugel, o que mo-tivou a colocação do próprio à teste de sua frondosa e disseminada clã. O nome de família, Grugel, com o correr dos anos, passou indis-tintamente a ser Grugel ou Gurgel. Hoje em dia somente a forma Gurgel subsiste. A família perpetuou-se por linhas femininas, pois o único filho varão do casal inicial fez padre e morreu sem geração. Os vários Gurgel do Estado de São Pau-lo são descendentes de Bento do Amaral e Silva, neto de Toussaint. Outros netos e bisnetos foram para Portugal e lá se radicaram, é pro-vável que deles sejam descendentes os Gurgel do Amaral de Sergipe, do Ceará e do Estado do Rio (Parati), famílias essas que, lamentavelmen-te, não conseguimos ligar ao tronco principal, por falta total de docu-mentos comprovantes.
Toussaint Grugel foi um dos primeiros povoadores do Rio, cuja descendência persiste até hoje. Na habilitação "de genere" de um dos seus netos, os depoentes, em seus testemunhos, foram unânimes em declarar que Toussaint Grugel nascera no Havre de Grace, em França. Seu casamento com a carioca Domingas de Arão (ou do Amaral) deve ter ocorrido por volta de 1600. Morreu no Rio, por volta de 1625. Sua esposa faleceu muitos anos depois, com mais de 70 anos de idade.
Na realidade, este tronco deveria ser encabeçado pelo pai de Do-mingas, pois é evidente que ele e sua esposa aqui viveram nos primórdios da fundação da cidade. Ocorre, entretanto, que nenhum docu-mento revelou o nome do casal de sogros do francês Grugel, o que mo-tivou a colocação do próprio à teste de sua frondosa e disseminada clã. O nome de família, Grugel, com o correr dos anos, passou indis-tintamente a ser Grugel ou Gurgel. Hoje em dia somente a forma Gurgel subsiste. A família perpetuou-se por linhas femininas, pois o único filho varão do casal inicial fez padre e morreu sem geração. Os vários Gurgel do Estado de São Pau-lo são descendentes de Bento do Amaral e Silva, neto de Toussaint. Outros netos e bisnetos foram para Portugal e lá se radicaram, é pro-vável que deles sejam descendentes os Gurgel do Amaral de Sergipe, do Ceará e do Estado do Rio (Parati), famílias essas que, lamentavelmen-te, não conseguimos ligar ao tronco principal, por falta total de docu-mentos comprovantes.
Recomenda-se a leitura do texto de
Belchior:
BELCHIOR, Elysio de
Oliveira – Conquistadores e povoadores do Rio de Janeiro - Rio de
Janeiro, Liv. Brasiliana, 1965.
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| Brasão do Barão de São Félix |
Leila é também tetraneta do Barão de São Félix. (Imagem abaixo extraida do Site da Academia Brasileira de Medicina, as fotos são da Revista da Semana em 6/11/1929 extraídas de matéria de Escragnole Doria gentilmente cedidas por Anna Martins Vianna de Limacuja assinatura copiamos abaixo
| Barão de São Félix Primeiro e único barão de São Félix (Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1812 — Rio de Janeiro, 18 de fevereiro de 1892) |
Antonio
Felix Martins, o Barão de São Felix, nasceu no Rio
de Janeiro em 1812. Diplomado médico e doutor em Medicina pela Faculdade de
Medicina do Rio de Janeiro em 1833.
Membro titular da Academia Imperial de Medicina em 1835. Presidente em 1861-64. Médico efetivo da Imperial Câmara. Professor de Patologia Geral da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual UFRJ).
Membro da Sociedade de Medicina de Liège. Condecorado com a Ordem da Rosa. Comendador da Ordem de Cristo. É patrono da cadeira nº 32 da Academia Nacional de Medicina. Seu brasão é ilustrado abaixo.
Por fim Leila é também bisneta do fundador da Drogaria Pacheco.
Membro titular da Academia Imperial de Medicina em 1835. Presidente em 1861-64. Médico efetivo da Imperial Câmara. Professor de Patologia Geral da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (atual UFRJ).
Membro da Sociedade de Medicina de Liège. Condecorado com a Ordem da Rosa. Comendador da Ordem de Cristo. É patrono da cadeira nº 32 da Academia Nacional de Medicina. Seu brasão é ilustrado abaixo.
Por fim Leila é também bisneta do fundador da Drogaria Pacheco.
Esta marca veterana e tradicional foi fundada
há mais de 120 anos. A história das Drogarias Pacheco iniciou-se no ano de
1892, quando José Magalhães Pacheco inaugurou no centro da cidade do Rio de
Janeiro, mais especificamente na Rua dos Andradas, a primeira loja daquela que
viria a ser líder no seu segmento de atuação no Estado do Rio de Janeiro e
padrão de qualidade incontestável em todo o Brasil.
A localização da filial exemplificava os hábitos cariocas naquela época. Era muito comum que os passeios ao Centro da Cidade se estendessem até a loja para compra de medicamentos prescritos pelo "médico da família". Na foto abaixo vêem-se os funcionários das Drogarias Pacheco no dia da inauguração.
A localização da filial exemplificava os hábitos cariocas naquela época. Era muito comum que os passeios ao Centro da Cidade se estendessem até a loja para compra de medicamentos prescritos pelo "médico da família". Na foto abaixo vêem-se os funcionários das Drogarias Pacheco no dia da inauguração.
Na foto abaixo estão Oscar de MagalhãesPacheco (que levou este negócio ao seu apogeu) e sua esposa
D.Maria (Felix Martins) de Sampaio Pacheco com sua neta Leila ao colo em sua casa na Tijuca. A história desta empresa e as estratégias e técnicas de gestão adotadas merecem uma investigação que certamente trará à luz grandes ensinamentos aos estudiosos de empresas.
Por fim Leila é filha de Murillo Sampaio Pacheco (Rio de janeiro, 8/8/1920 - Rio de Janeiro, 18 /01/ 1973 - LD78-M17 Family search) e de Marina Camargo Osorio Pacheco ( Rio de Janeiro, 1/09/1918 - Rio de Janeiro, 4 novembro 2003 - LD78-FFZ).
Murillo Engenheiro formado pela UFRJ, fez brilhante carreira na Aviação pela via de Engenharia de manutenção chegando a Vice presidente dos Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul e Presidente do Grupo.
Inicialmente chamado de Syndicato Condor Ltda a Cruzeiro foi oficialmente constituída em 1º de dezembro de 1927 no Rio de Janeiro. Herdeira da operação do Condor Syndikat, empresa criada por pioneiros da aviação alemã, posteriormente incorporado pela Lufthansa. A empresa nasceu operando entre o Rio de Janeiro e Porto Alegre, mas logo expandiu seus serviços até Natal. Os vôos eram operados por Dorniers Val e Junkers G24.
Mais detalhes podem ser encontrados no link abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Servi%C3%A7os_A%C3%A9reos_Cruzeiro_do_Sul
NOTA
Calculo genealógico para auxílio na quantificação de número
de parentes por geração.;
Potencias de 2 que indicam o número de ancestrais
da geração n+1-avós e número de anos de nascimento
2^0 1 30
1
2^1 2 60 3
2^2 4 90 7
2^3 8 120 15
2^4 16 150
31
2^5 32 180
63
2^6 64 210
2^7 128 240
2^8 256 270
2^9 512 300
2^10 1024 330
2^11 2048 360
2^12 4096 390
2^13 8192 420
2^14 16384 450
2^15 32768 480
2^16 65536 510
2^17 131072 540
(Casal Heitor e Leila Quintella)
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| Legenda:
Ancestrais Correa, com Vaz, Domingues, Lourenço
6 Gerações
de Francisco José
Correa séc XVIII a Carlos Correa séc XVI
|
NATALICIÁRIO
MEIRELLES E QUINTELLA
Em atualização

















































Boa noite, meu caro. É necessário corrigir o dado que D. Leila é bisneta do Barão de São Felix, porque não consta no FamilySearch assim.
ResponderExcluirGrato pela correção efetivamente3 ela é tetraneta ou tataraneta.
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